Alguns Monumentos e Curiosidades da Aldeia
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Igreja
Matriz:
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Não se sabe a data da sua
construção, mas a igreja primitiva deve ser de uma data interior a 1187, visto que a
aldeia já existia, e nessa data ela foi dada aos monges. Ora os monges mÃnimo que tenham
possuÃdo era uma capela para orar. Existe um documento
que em 2 de Dezembro de 1862, foi levado a praça a arrematação para renovar a igreja.
Foi vendido o prado da Alamela conjuntamente com outros para recolher fundos necessários
para a renovação. Na epóca de 1960-1970, a igreja sofreu novas obras de
renovação. |
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S. Julião: |
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Padroeiro de Santulhão e do seu nome deriva a palavra Santulhão. |
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Santa Casa da Misericórdia: |
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Como a Igreja Matriz, não se sabe quando foi construÃda. No frontespÃcio da
capela, encontra-se uma data 16 de Novembro 1623, será a data de construção ? Na "sineta"
do campanário está inscrito o ano 1699. Se não se sabe a
data certa, sabe-se que é uma das únicas aldeias do Distrito de Bragança a possuir uma
casa de Miséricórdia.
As casas de
misericórdia foram criadas em Portugal, pela rainha D. Leonor, para acudir e valer a
carências sociais e económicas. |
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Senhor da Misericórdia: |
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O Santo por excelência. É o Santo mais invocado, implorado e louvado pelos Santulhanenses. |
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Capela dos Santos Mártires: |
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(Ainda sem dados)
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Brasão de Armas: |
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O escudo representado no brasão, foi passado em 24 de Maio de 1756. Nele estão
representadas quatro famÃlias com as suas armas. A famÃlia dos Afonsos,
a famÃlia dos Freires, a famÃlia dos Cordeiros e a famÃlia dos Martins. O
brasão possui ainda um chapéu
com três borlas por banda, o que revela que se trata de um elemento do clero (cónego João
Afonso, falecido em Santulhão dia 17 de Julho 1794).
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Ponte Romana: |
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Ponte situada no rio sabor, entre Izeda e Santulhão, constituÃda
por cinco arcos : quatro medianos e o do meio bastante grande. Foi construÃda pelos
romanos. Em 1860, devido a uma
grande cheia, o rio destruiu uma parte dela. Pelos anos 1938 deram-se as obras de
renovação.
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Alminhas: |
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Não sabemos quantas existem hoje. Nos tempos dos
mais velhos havia praticamente
uma em todos os cruzamentos de caminhos no termo de Santulhão. Feitas de madeira, elas recordavam
aos vivos para rezarem aos mortos.
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Fontes: |
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Feitas
em pedra, existiam várias fontes no povo. A da rua de Matela e a do fundo do povo, já
desapareceram. A fonte do Arco, o seu visual primitivo foi completamente
destruÃdo, devido à construção de um coreto em cima dela, mas em
2005 foi feita a sua reestruturação e ficou quase como estava
antigamente! É a fonte do cimo do povo a única
conservada no seu estado original, que recorda as outras.
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Pombais: |
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ConstruÃdos em forma de ferradura ou arredondada, devido aos predadores. As paredes são de
xisto da região e de barro, com uma espessura de 65 cm a 1 m. O isolamento térmico
do barro faz com que dentro do pombal se mantenha uma temperatura estável.
CaÃdos de branco,
para atrair a atenção das pombas.
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Casas tradicionais e Casas tÃpicas do lavrador: |
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PossuÃa em geral, uma vasta varanda, um "cabanal" onde o agricultor
metia lenha e preparava as suas alfaias agrÃcolas. Um grande curral para os animais, uma adega e uma despensa onde guardava os produtos das
colheitas ao longo do ano.
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Moinhos movidos a água: |
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Foram utilizados em Santulhão até uma época recente, para moer os cereais.
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Cegonhos(as): |
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Engenho de tirar água a pouca
profundidade, constituÃdo por uma vara que tem um balde suspenso
de uma extremidade e um peso (costuma ser um pedregulho) na outra.
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Nora (noria): |
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Engenho de tirar água de poços, cisternas, etc., constituÃda essencialmente por uma roda que faz movimentar uma corda ou cadeia metálica à qual estão presos alcatruzes.
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